Criança morre com suspeita de leishmaniose no Piauí
Hospital Infantil Lucídio Portela, em Teresina Divulgação/Ministério Público A morte de uma criança com suspeita de leishmaniose, doença conhecida popula...
Hospital Infantil Lucídio Portela, em Teresina Divulgação/Ministério Público A morte de uma criança com suspeita de leishmaniose, doença conhecida popularmente como calazar, está sendo investigada no município de Pedro II. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Piauí (Sesapi) nesta terça-feira (26). A criança estava internada no Hospital Infantil Lucídio Portela, em Teresina, segundo a Sesapi. A identidade dela, a data de internação ou morte não foram divulgadas. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp De acordo com a Sesapi, exames devem confirmar a causa da morte. Não há previsão para a divulgação dos resultados. LEIA TAMBÉM: Teresina passa a disponibilizar teste rápido para leishmaniose; capital registrou 20 mortes pela doença em cinco anos Em agosto de 2025, o chef de cozinha, José Micael Morais Sampaio, de 30 anos, morreu no Instituto Natan Portella, após ser diagnosticado com leishmaniose e tuberculose. Prevenção e combate a doença A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Leishmania chagasi. A transmissão acontece quando fêmeas do mosquito, conhecido como mosquito-palha, picam cães ou outros animais infectados, e, depois, picam o homem, transmitindo o protozoário. Sintomas da leishmaniose em humanos Febre; Perda de peso substancial; Inchaço do baço e do fígado; Anemia. Se não for tratada, a doença pode ser fatal em 90% dos casos. Sintomas da leishmaniose em cães Emagrecimento; Vômitos; Fraqueza; Queda de pelos; Crescimento das unhas; Feridas no focinho, orelhas e patas. Cuidados contra a doença Não existe uma única forma de prevenção contra a leishmaniose. Por isso, são necessários alguns cuidados: Eliminar possíveis criadouros do mosquito-palha, como retirar matéria orgânica do quintal e não deixar lixo acumulado; Limpar ambientes que tenham fezes de animais; Usar coleira repelente para cachorros; Implantar telas nas janelas quando o bicho fica dentro de casa; Evitar passeios noturnos com os animais. Ao anoitecer, o mosquito apresenta maior atividade. Bom Dia Bicho: 60% dos casos de calazar em animais são assintomáticos *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube