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INSS deve reduzir para até 90 dias prazo de perícias no Norte do Piauí, determina Justiça

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INSS deve reduzir para até 90 dias prazo de perícias no Norte do Piauí, determina Justiça
INSS deve reduzir para até 90 dias prazo de perícias no Norte do Piauí, determina Justiça (Foto: Reprodução)

Perícia médica no INSS Piauí INSS A Justiça Federal determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reduza para até 90 dias o prazo de espera para agendamento e realização de perícias médicas e avaliações sociais no Norte do Piauí. A decisão prevê multa de R$ 5 milhões em caso de descumprimento injustificado. A medida foi tomada em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e vale, principalmente, para atendimentos realizados nos municípios de Parnaíba, Cocal e Piracuruca. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Segundo o MPF, o tempo médio de espera por perícias médicas na região vinha ultrapassando 190 dias, índice considerado muito acima da média nacional e superior ao limite previsto em acordo nacional homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para o órgão, a demora afeta diretamente segurados que dependem da análise para ter acesso a benefícios previdenciários e assistenciais, como pessoas incapacitadas para o trabalho, idosos e pessoas com deficiência. Vídeos em alta no g1 Na decisão, a Vara Federal de Parnaíba entendeu que o cenário aponta para uma falha estrutural no atendimento prestado pelo INSS na região e destacou que a demora compromete o direito da população a um serviço público eficiente. Como forma de garantir o cumprimento da sentença, a Justiça autorizou o encaminhamento de segurados para outras agências localizadas a até 140 quilômetros de suas residências. Também poderão ser adotadas medidas como realização de mutirões, perícias remotas e convênios com instituições públicas ou privadas. A sentença ainda prevê a realização de uma audiência com representantes do INSS, da União e do MPF, quando deverá ser apresentado um cronograma para regularização do serviço. A decisão é de primeira instância e ainda pode ser contestada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube