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Mais de 200 km de trilhos de trem são roubados no Piauí e um é preso pela PF

Grupo suspeito de furtar trilhos do patrimônio histórico da União é alvo da Polícia Federal no PI e em MG Divulgação/PF Um grupo suspeito de furtar mais ...

Mais de 200 km de trilhos de trem são roubados no Piauí e um é preso pela PF
Mais de 200 km de trilhos de trem são roubados no Piauí e um é preso pela PF (Foto: Reprodução)

Grupo suspeito de furtar trilhos do patrimônio histórico da União é alvo da Polícia Federal no PI e em MG Divulgação/PF Um grupo suspeito de furtar mais de 200 km em trilhos ferroviários que fazem parte do patrimônio histórico da União foi alvo da Operação Descarrilho, da Polícia Federal (PF), no Piauí e em Minas Gerais nesta sexta-feira (20). O material incluía trilhos, pinos e emendas metálicas da malha ferroviária desativada em Altos e Campo Maior, no Piauí. A estrutura pertencia à antiga Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) e está sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Os agentes cumpriram um mandado de prisão temporária contra um homem de 36 anos, que não teve o nome divulgado, e cinco mandados de busca e apreensão em Campo Maior (PI) e Muriaé (MG). As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária do Piauí. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Prisão em flagrante levou à investigação No fim de 2025, a Polícia Federal prendeu em flagrante um motorista que transportava cerca de 80 barras de trilhos em um caminhão na BR-343, em Altos. A partir dessa prisão, as investigações avançaram, com apoio das polícias Civil e Militar de Campo Maior, e identificaram um grupo que furtava trilhos, pinos e emendas metálicas da malha ferroviária desativada. Segundo a PF, o material furtado era escondido em galpões, chácaras e sítios da região e depois levado para Minas Gerais, onde seria vendido ilegalmente. A PF estima que o prejuízo ao patrimônio público é considerado relevante devido à extensão de material subtraído. O grupo pagava motoristas por tonelada de material transportado para outros estados. Os investigados podem responder por furto qualificado e associação criminosa, crimes que somam penas superiores a 10 anos de prisão. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube